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quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Três regras de ouro para lucrar em 2019

Diferenciação
Uns chamam de gourmetização, outros de diferenciação. O importante é ser diferente e se destacar. A ideia do produto enlatado e pouco dinâmico está ficando para trás.

Cada vez mais os clientes buscam empresas com um diferencial tangível. Ingredientes exclusivos, materiais únicos, serviços com um toque a mais. Mas cuidado: não basta ser diferentão, tem que ser realmente bom.

Informatização
Vendas online, serviços monitorados por aplicativos, gestão de clientes digitalizada – a era da internet está impulsionando empresas de todos os setores. Negócios que investem em informatização poupam tempo e dinheiro, são mais dinâmicos e possuem maior lucro.

Uma tendência em alta para 2019 é a utilização de softwares de gestão em nuvem. Com um ERP moderno e eficaz sua empresa lida com contas a pagar, estoques e demais burocracias de maneira mais eficiente.

Segmentação
Foi-se o tempo em que as empresas atiravam para todo lado. A criação de negócios de nicho foi tendência em 2018 e virá com tudo em 2019.

Os modelos são vários: clubes de assinatura, restaurantes veganos, lojas especializadas em apenas um produto. Para obter sucesso neste setor é preciso fazer uma pesquisa detalhada sobre o perfil do seu cliente, investindo em produtos e serviços que realmente dialoguem com o que eles querem.

E você, pretende abrir seu próprio negócio em 2019?

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terça-feira, 1 de janeiro de 2019

O que esperar de 2019 as Micro e Pequenas Empresas

Cenário econômico

Antes de iniciar 2019 abrindo um novo negócio é importante saber alguns números. O Boletim Focus do Banco Central estima uma alta do PIB para até 2,5% durante o ano de 2019. Isto significa mais poder de compra, mais dinheiro circulando e negócios mais lucrativos.


Mas fique atento! O mesmo relatório aponta que a inflação continuará acima da meta, hoje estimada em 4,11%. Prevê-se ainda um aumento da taxa básica de juros (Selic) de 6,50% para 8%. Isto significa que será mais caro conseguir crédito para o seu negócio. Com o dólar em alta, empreendedores que dependem de insumos importados terão que se desdobrar para conseguir preços mais competitivos.


Tendências de sucesso para 2019


Franquias

As franquias foram o grande destaque deste ano e devem continuar em alta em 2019. Segundo dados do SEBRAE, o mercado de empresas franquiadas deverá crescer em torno de 20% no próximo ano.

Solidez, modelo confiável e público fiel são algumas das vantagens para se investir neste ramo de negócios. O mercado é diversificado, com modelos de investimentos que cabem em qualquer orçamento.


Tecnologia

Este é um dos setores menos abalados pela crise e com maior potencial de lucro para o ano de 2019. Com clientes cada vez mais conectados, o mercado de tecnologia vem atraindo empresas de todos os tipos.

Desenvolvimento e distribuição de softwares, soluções de gestão e criação de aplicativos são as áreas com maior previsão de sucesso para 2019. Outro ramo em alta é a criação de startups – empresas de inovação tecnológica. Alguns modelos de negócio são relativamente baratos e possuem retorno acima da média.


Economia compartilhada e sustentável

Os negócios colaborativos se tornaram uma febre em 2018 e tudo indica que serão sucesso no ano que vem. O empreendedorismo coletivo e consciente foi impulsionado por uma mudança comportamental sem precedentes no mercado.

O cliente se tornou mais criterioso e em busca de consumo sustentável. Outras práticas com lucros em alta são as soluções de compartilhamento empresarial (Hubs de trabalho, escritórios compartilhados) e a criação de produtos ecologicamente corretos.


Alimentos e bebidas

Culinária vegana, cervejaria artesanal, alimentos orgânicos – eis alguns dos ramos de sucesso para 2019 quando falamos de alimentação. Mesmo em tempos de crise o mercado de alimentos e bebidas se manteve aquecido por conta da capacidade de seduzir seus clientes com inovação e qualidade.

Bares, restaurantes, cervejarias e outros negócios relacionados prometem bons lucros para quem quer empreender em 2019.


Saúde e bem-estar

Os negócios do setor de bem-estar movimentaram entre 2017 e 2018 cerca de 300 bilhões de reais (dados do SEBRAE). A onda das academias de Crossfit e dos serviços de alimentação balanceada foi uma das mais lucrativas dos últimos anos e está longe de acabar.

As opções para quem quer empreender no setor são bem amplas: alimentos, acessórios fitness e consultorias. Até os aplicativos entraram nesse seguimento com soluções para quem quer ficar em forma.


Vale lembrar que para qualquer negócio que for empreender é necessário um controle das operações, dos processos e das finanças. Sem estes controles o pequeno negócio corre grandes riscos de não ter sucesso.


Não perca o controle e o Planejamento
A Soluções Super Simples pensou neste tipo de negócio, faça um pequeno plano de negócio com o SSSBMC - Canvas para Modelo de Negócio, alem de ser gratuito, dará uma ideia ao seu negócio a problemas que aparecem apenas no momento da execução, tais como: Rede de fornecimento, Recursos necessários, Rede de Distribuição, Formas de Renda, Proposta de Valor, Segmentação e Custos.

Depois disto o pequeno negócio deve controlar suas finanças, o SSSFIN - Controle Financeiro pode lhe ajudar. Controlar estoques, o SSSEST - Controle de Estoque pode lhe ajudar a controlar os estoques e garantir que você tenha excesso ou perdas.

Para um controle de vendas muito simples o SSSVEN pode lhe auxiliar principalmente com os tradicionais "fiados" ou "Crediário".

Veja nossas soluções, elas podem lhe auxiliar e muito em seu pequeno negócio.


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SSSBMC - Plano de Pequeno Negócio


quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Planejamento é importante no campo

Os produtores rurais devem planejar o plantio da próxima safra, sendo necessário planejar a aquisição de insumos. É preciso verificar no mercado as novidades em sementes, fertilizantes e defensivos e negociar com antecedência as compras, visando alcançar uma melhor relação custo-benefício.

Quando a safra termina é o momento de consolidar os dados, selecionar as sementes e insumos que tiveram os melhores resultados, e nesse momento olhar para fora da fazenda, conversando com os vizinhos, avaliando com os fornecedores novas soluções de produtos e serviços, para tomar a melhor decisão e então fazer o planejamento da produção.

Feito isso, chega o momento de planejar quando, como e de quem comprar.
Nessa hora, é muito importante fazer a conversão do preço dos insumos para sua moeda, que é o grão.
E quando se calculam os desembolsos e os prazos de vencimento, é necessário planejar as entradas de recursos para que o fluxo de pagamentos fique equilibrado com as receitas, evitando com que o agricultor pague juros.

Para se planejar a aquisição dos insumos, deve-se, contudo,pesar a qualidade dos produtos, os serviços prestados que geram valor para o agricultor e buscar sempre potencializar a produtividade com a adoção de alta tecnologia.

O planejamento deve ser de médio a longo prazos. No entanto, o pesquisador informa que existe o planejamento de curto prazo, e este pode ser executado ao término de uma safra agrícola e início de outra. Já os de médio e longo prazos podem ser elaborados em qualquer época do ano. O mais importante: não basta planejar, é preciso executar, acompanhar e realizar os ajustes necessários em todo e qualquer planejamento.

Focando no atendimento simples, para produtores rurais que desejam iniciar este processo, desenvolvemos uma solução simples que permite o planejamento e o acompanhamento da execução do plantio.

Faça seus teste, a versão gratuita permite realizar até três planejamentos.


SSSPSF - Planejamento da Safra


SSSPSF - Via Google Drive - Versão 1.01.001

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Deficiência no Controle de Acesso das Empresas

Hoje vivemos em um mundo cheio de tecnologia, as informações são geradas a todo momento, analisadas e conferidas. Somos monitorados em todos os lugares, nas ruas, nos shoppings, na internet.
Porem é uma verdade que a maioria das empresas possuem uma deficiência muito grande em relação ao controle de visitantes em sua empresa. 

Quando o fazem é de forma bem simples, anotando o nome do visitante, documento e empresa em uma planilha simples. O que mais encontramos a a deficiência em relação ao processo, mesmo o recepcionista ou porteiro sabendo que deve solicitar o documento físico, algum crachá da outra empresa, apenas perguntam e anotam o que o visitante informar.

Não é uma questão de confiar ou não nas pessoas, é uma questão de segurança. Possuir um sistema simples para computar e cadastrar os visitantes, colocar fotos digitalizadas, e ter documentado sua entrada e saída é um controle fundamental para evitar constrangimentos e riscos de violação do patrimônio da empresa.

Pode ter certeza, o individuo mal intencionado percebe a deficiência no processo e através dela traça um plano de violação.

Outro ponto importante, saber com que seus colaboradores se relacionam, qual visitante está constantemente em sua empresa. Este colaborador pode receber visitas? Qual a produtividade dele neste caso?

Pensando em todos estes processos pensamos em criar uma solução simples, de baixo custo, sem a necessidade de aquisição de equipamentos caros de catracas, câmeras, mas que sendo utilizado com o processo correto obtêm o mesmo controle.

O SSSPRV - Controle de Visitantes, permite cadastras os visitantes, sua documentação, linkar foto digitalizada, podendo liga-lo a um craxá, controlando sua entrada e saída, com quem da empresa vai estar, momento de sua saída. Facilmente é possível tirar relatórios com estas monitorias o que facilita analise de padrões indesejáveis, históricos dos acessos a empresa.

Confira nossa solução.


SSSPRV - Controle de Visiantes

Atualizador: Atualizar SSSPRV - 102006
Instalador: Instalar SSSPRV - 102006

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Como reduzir custos com os pneus da frota

A ideia de redução de custos é sempre uma das metas de qualquer empresa. Reduzindo-se os custos — e mantendo a produtividade em alta — é possível alcançar melhores resultados.
Em uma frota de veículos, um dos elementos que mais interfere no aumento dos custos são os pneus. O gasto com os pneus da frota de veículos pode representar uma lacuna relevante na receita da empresa. Portanto, deve ser um foco de atenção de todos os gestores, quando estiverem elaborando um planejamento estratégico que vislumbre redução e corte de custos. Veja como fazer isso, lendo as dicas a seguir:

A necessidade do controle de pneus

A boa condição dos pneus é algo fundamental para o bom desempenho do veículo. Os pneus estão em constante contato com o asfalto ou com a terra, sujeitos a diferentes formas de danos, que podem ser simples desgastes até impactos violentos e furos. Eles percorrem curtas e longas distâncias, enfrentando variações de temperatura e do tempo.
A Associação Brasileira de Engenharia de Produção (Abepro) afirma que, aproximadamente, 18,7% do custo operacional de uma frota de caminhões, por exemplo, estão relacionados aos gastos com pneus. Os custos com pneus perdem apenas para os custos com combustível e manutenção.
Fazer o devido controle dos pneus é uma maneira de evitar problemas, seja através de gastos desnecessários com manutenção ou com a compra de novos pneus. A boa gestão de compra/utilização de pneus também faz parte de uma estratégia eficaz de redução de riscos de acidentes e otimização da produtividade.

Segurança nas estradas

Além da necessidade de reduzir custos com a frota, é importante considerar que os pneus estão muito ligados também à segurança nas rodovias. Pneus em mau estado, com prazo de validade vencido, aumentam o risco de acidentes e devem, necessariamente, ser trocados e tirados de circulação.
Os riscos envolvem a integridade da carga, a vida dos motoristas e de outras pessoas que trafegam pelas vias, não importa em qual veículo.

Prazo de validade

Uma das formas de controle dos pneus começa já no momento da compra. Os pneus têm prazo de validade: 5 anos de uso. Para contar a data de validade, é preciso saber a data de fabricação, um número formado por 4 algarismos inscrito na lateral do pneu, próximo à palavra DOT. Os 2 primeiros algarismos indicam a semana de fabricação, enquanto os 2 restantes representam o ano.
Para entender melhor, considere que um pneu venha com a seguinte numeração: 2815. Isso quer dizer que o pneu foi fabricado na 28º semana de 2015. A 28º semana caiu no mês de junho. Portanto, esse pneu será válido até a 28ª semana de 2020 (mês de junho).
Lembre-se de que, não importa se o pneu ainda não foi usado, a data de validade continuará sendo a mesma e tem que ser respeitada!
Um dos riscos aos quais o motorista está sujeito ao dirigir um veículo com pneu vencido é o de que ele se rompa ao virar uma curva, provocando acidentes.

Calibragem, alinhamento e balanceamento

A calibragem errada pode diminuir a vida útil do pneu. Sem a devida calibragem, o pneu fica mais vulnerável a deformidades e provoca maior atrito com o chão. Embora muitos não saibam, a calibragem errada também pode influir no consumo de combustível, aumentando seu gasto. Isso significa que se uma rota está gastando demais com combustível, isso pode estar ocorrendo devido à calibragem errada dos pneus.
Além da calibragem, é necessário observar o alinhamento e balanceamento dos pneus, que também podem implicar em redução do tempo de vida útil e aumento no consumo de combustível.
O alinhamento deve ser realizado a cada 10 mil quilômetros rodados ou durante a troca de pneus. É importante ainda que seja realizado depois que o pneu passar por algum impacto. Para os motoristas experientes, até uma olhada mais a fundo permite visualizar o desgaste e identificar o momento certo de alinhar o pneu.
O balanceamento segue o mesmo modelo do alinhamento. Portanto, a cada 10 mil quilômetros rodados ou durante a troca de pneus, faça não somente o alinhamento, mas o balanceamento. É possível perceber a necessidade de balanceamento em outras ocasiões como:
  • Perda de tração nas rodas;
  • Vibrações durante a jornada;
  • Desgaste irregular nos pneus;
  • Problemas na suspensão.

Treinamento e orientação dos motoristas

Orientar e treinar os motoristas a utilizar adequadamente o veículo ajuda a reduzir gastos com os pneus na medida em que ele evita freadas bruscas, dirige com cuidado e em velocidade permitida, conhece a legislação de trânsito, calibra adequadamente os pneus e evita causar danos a eles.
Deve haver muita orientação quanto a importância de boas práticas de direção dos motoristas para garantir a conservação dos pneus e veículos, e assim auxiliarem na redução de custos.

Reforma

Ainda que nem sempre seja uma solução viável, reformar os pneus pode evitar a compra de pneus novos, reduzindo gastos. Trata-se de uma estratégia para aumentar a vida útil dos pneus. Porém, só faça isso com profissionais especializados, que realmente garantam a eficácia dos resultados. Se estiver em dúvida sobre a segurança dos pneus depois de reformados e sobre a possibilidade de acidentes, é melhor comprar pneus novos. Lembre-se de que o barato pode sair caro.

Rodízio

Fazer o rodízio dos pneus é outra forma de administrar sabiamente seu uso. Alternar o uso de pneus para realizar as viagens ajuda a equilibrar o desgaste, fazendo com que as bandas de rodagem fiquem mais parecidas. Isso se aplica tanto aos pneus dianteiros quanto os traseiros. Para o rodízio, vale o modelo já citado do alinhamento e do balanceamento: a cada 10 mil quilômetros rodados. Pneus do eixo motriz sofrem, na maioria das vezes, mais desgaste que os outros – aproximadamente são 3 vezes mais propensos à ação do atrito e do tempo.

Válvulas

Outra forma de evitar problemas e gastos com pneus é checando as válvulas sempre que conferir a pressão dos pneus. Assim é possível observar se elas estão providas com suas tampas e se existem vazamentos de ar.

SSSCPN - Controle de Pneus

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Controlar o acesso pode garantir a segurança.

As vantagens do sistema de controle de acessos para empresas, prédios e lojas.

A expressão "controle de acessos" pode sugerir que seja o efetivo controle de pessoas, porém seu objetivo principal é gerenciar a entrada e saída de um estabelecimento, garantindo a sua segurança, através de checagem de quem está autorizado a estar em determinado setor.

Cada vez mais, o controle de acesso vem sendo adotado por empresas, que enxergaram que esta ferramenta pode ser útil para vários controles, como mostram algumas aplicações:

Controle de acesso em departamentos, determinando quem pode entrar, e quando (dia e horário) e onde (em que setor). Assim, minimiza-se o fluxo de pessoas em setores indevidos, garantindo a segurança de pessoas e projetos. Exemplos: CPDs, salas de projeto, Diretoria, Estoque, etc. Esse controle será realizado através de leitoras conjugadas com fechaduras magnéticas e/ou elétricas fixadas em portas, ou outro tipo de meio de acordo com o projeto.

Controle de acesso de portarias e recepções, permite a possibilidade de registrar os visitantes, determinando sua trajetória interna, liberando acesso somente ao seu destino (devemos entender que os principais pontos da empresa possuem controle de acesso). O registro pode ser através de um terminal de cadastramento conjunto com o arquivamento de imagens do visitante. Esse controle será realizado através de leitoras conjugadas com catracas ou mini bloqueios.

Controle de veículos, neste caso serão registrados os veículos e/ou motoristas que têm acesso à empresa, adotando o mesmo princípio, ou seja, quem pode entrar, quando e onde, bem como, lotação do estacionamento. Esse controle será realizado através de leitoras conjugadas com cancelas .

Automação de ponto, uma vez que já foi registrado o acesso do funcionário ou na recepção/portaria ou em seu setor, trata-se esta informação( qual o funcionário, data e horário), através de um software específico, que, por sua vez, gerará dados para a folha de pagamento.

Automação predial, neste caso, com as informações geradas pelo sistema, do fluxo de pessoas dentro da empresa, e este integrado ao sistema de automação, pode ter economia de energia, através da checagem de número de pessoas em determinado ambiente e redução do ar-condicionado, ou o desligamento das luzes automaticamente em um ambiente, com a saída do ultimo funcionário, etc.

A maioria das empresas infelizmente não possuem controle algum, muitas vezes se limitando a simples controles manuais que não garante segurança alguma e nos momentos que mais se precisa para verificar a entrada de determinada pessoa acaba-se não possuindo uma informação adequada.

O SSSPRV - Controle de Visitantes foi projetado para portarias ou recepções, utilizando uma forma muito simples, monitora a entrada e saída de pessoas, podendo até ser utilizado crachás com numeração, tirar relatório de entrada e saída de pessoas, por departamento, colaborador, usuário, área...

Baixe nosso sistema e faça você mesmo os testes, descomplicado e intuitivo, poderá apoiar e ajudar sua empresa a não sofrer com situações desagradáveis.

SSSPRV - Simples e Intuitivo

SSSPRV - Controle de Visitantes e cadastro de pessoal interno
 

domingo, 11 de junho de 2017

A importância da Segurança no Trabalho nas empresas

Números alarmantes sobre acidentes e doenças diretamente relacionadas ao ambiente de trabalho têm contribuído para conscientizar as empresas sobre a importância de investir na Segurança do Trabalho. Relatório divulgado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) aponta que estas causas são responsáveis pela morte de cinco mil trabalhadores por dia no mundo.

Somadas à realidade de que a maioria da força trabalhista mundial não tem à sua disposição segurança preventiva, serviços médicos, ou até mesmo compensação para acidentes ou doenças, as estatísticas apontam para um só caminho. A Segurança do Trabalho é o conjunto de medidas adotadas para minimizar os acidentes de trabalho e as doenças ocupacionais, bem como proteger a integridade e a capacidade de trabalho do funcionário.

Para os empresários que ainda acreditam que investir em Segurança do Trabalho é um gasto desnecessário, vale a dica de que, sim, ela reflete no bolso do trabalhador, mas também, e principalmente, no do empregador. Mas quais são os gastos evitados por uma empresa que aposta neste investimento? Para citar apenas alguns: gastos com transporte do funcionário acidentado, com afastamentos causados por doenças ocupacionais, com contratação de mão de obra temporária ou permanente para ocupar o lugar deixado pelo trabalhador acidentado, com prejuízos materiais e com indenizações e com ações na justiça trabalhista civil, entre outros.

Além disso, vale ressaltar que a Segurança do Trabalho possibilita a realização de um trabalho mais organizado, e, como consequência, ao aumento da produção, já que, em um ambiente mais agradável e seguro, os funcionários produzirão mais e com melhor qualidade. Outro benefício é a melhoria no ambiente de trabalho e nas relações entre patrões e funcionários.

Todo cuidado é pouco para evitar as doenças, que surgem lentamente e, na maioria das vezes, são difíceis de serem caracterizadas e registradas. Entre as principais estão: asma ocupacional, lesão por esforço repetitivo, distúrbios osteomusculares, perda auditiva induzida por ruído, pneumoconioses e distúrbios relacionados à saúde mental.

Para ficar de olho na segurança de toda a equipe, a empresa deve contar com um quadro de Segurança do Trabalho composto por um time multidisciplinar com Técnico de Segurança do Trabalho, Engenheiro de Segurança do Trabalho, Médico do Trabalho e Enfermeiro do Trabalho, formando o Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT). Os empregados devem formar também a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa), que tem como objetivo prevenir acidentes e doenças decorrentes do trabalho, preservando a saúde e a vida do trabalhador.

A Segurança do Trabalho é definida por normas regulamentadoras e leis da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABT), que obrigam as empresas a se organizar. Cada segmento profissional possui suas próprias regras. O Brasil também segue as convenções Internacionais da Organização Internacional do Trabalho.

O SSSEPI - Controle de EPI pode ajudar nesta questão muito importante na qualidade de vida dos colaboradores de uma empresa.

SSSEPI - Controle de EPI

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

39% da população brasileira adulta está negativada!

O número de brasileiros na lista de devedores cresceu em 2016, alcançando 58,3 milhões de brasileiros em dezembro do ano passado, segundo estimativa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). O número representa um aumento de 700 mil nomes na comparação com janeiro de 2016.

Segundo o levantamento, 39% da população brasileira adulta está registrada em listas de inadimplentes, enfrentando dificuldades para realizar compras a prazo, fazer empréstimos, financiamentos ou contrair crédito.
Entre os mais jovens, com idade entre 18 e 24 anos, a proporção de endividados cai para 19,38%, ou 4,63 milhões. Já a população idosa, considerando-se a faixa etária entre 65 a 84 anos, a proporção é de 29,50%, o que representa 4,58 milhões de pessoas.
Os bancos concentram a maior parte das dívidas existem no país: 48,26%. Em seguida, aparece o Comércio, com 20,04% desse total; o setor de Comunicação (13,07%) e o de Água e Luz, concentrando 8,55% do total de pendências.

Fonte: Portal G1


SSSFIN - Controle Financeiro 

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Deveres de Casa para Pequenas e Médias Empresas


Até o ano passado tivemos quase duas décadas de uma ilusória bonança no nosso Brasil. E como resultado hoje temos um baita desequilíbrio dos principais indicadores macroeconômicos: inflação crescendo muito mais do que o desejado, economia praticamente estagnada e taxa de câmbio muito instável.

Por essa razão, estamos atravessando um novo ciclo. A crise levará ao menos todo este ano de 2015 e grande parte de 2016. Nossa economia está passando por um macro ajuste para sanar as sequelas de uma série de decisões erradas tomadas anteriormente.

Segue algumas dicas para pequena e médias empresas continuarem evoluindo e crescendo:

1 – Esteja mais próximo do que nunca dos seus clientes – Esta não é a hora de cortar verba de publicidade e se afastar da mente dos clientes. É o momento de se mostrar, investir em campanhas de marketing e de adequar produtos/serviços às necessidades que o mercado exige. É necessário evitar ao máximo reduzir as equipes de vendas ou vetar despesas com viagens ou visitas à clientes. Quem não estiver junto dos clientes, arrisca-se a ser esquecido.

SSSCMK - Controle de E-mail Marketing

2 – Desenvolva pessoas – Um erro muito comum em tempos de crises é diminuir a verba de treinamento. Este sim é um belo tiro no pé. Capacite as pessoas que trabalham na sua empresa ou equipe, ofereça um verdadeiro significado para que todos atuem de forma mais propositiva e comprometa-os com os desafios da empresa. E lembre-se sempre: as pessoas compõem o “motor” de uma empresa. Se elas não estiverem satisfeitas, não sairemos do lugar.

3 – Faça uma redução inteligente de custos e busque mais eficiência operacional – Dê especial atenção à estrutura de custos da empresa. O custo da improdutividade, da perda de tempo, das reuniões desnecessárias, das visitas improdutivas, da falta de agilidade, da duplicidade de tarefas e da falta de foco é muito mais alto do que se imagina. Num momento em que os custos do nosso país estão elevadíssimos, temos que fazer mais por menos e não apenas cortar pessoas. Não podemos ser complacentes com estes custos só porque eles não habitam as planilhas financeiras e parecem invisíveis - mesmo que para extingui-los seja necessário “readequar” a cultura organizacional.


SSSCPN - Controle de Pneus

SSSEPI - Controle de EPIs
4 – Reinvente produtos e serviços – Já que não podemos aumentar os preços do que ofertamos na mesma proporção que crescem os custos da nossa economia, a alternativa é inovar para que a margem de lucro não diminua. Ouça o que o cliente tem a dizer, pratique a cocriação e agregue novos valores ao que a empresa oferece. Inove processos e sistemas em áreas como, por exemplo, estoque e compras. Não veja a crise como algo unicamente negativo, pense “fora da caixa” e aproveite todas as oportunidades.

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5 – Fluxo de caixa, fluxo de caixa, fluxo de caixa - Mais importante que faturamento ou rentabilidade, é o momento de manter o fluxo de caixa no “azul”. Evite estoques desnecessários, compras postergáveis e seja eficaz em cobrar suas faturas, dê desconto e, para pagar suas contas, negocie descontos. Mais importante que faturamento ou rentabilidade é garantir o fluxo de caixa positivo e isso exige “mão de ferro”.

SSSFIN - Controle Financeiro
O caminho para superarmos este novo ciclo não é optarmos pelo muro das lamentações ou procurarmos bodes expiatórios. Temos que entender a realidade que nos envolve, superar os ajustes inevitáveis e manter nossas empresas acessas.

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

SSSFRO - Benefícios com um controle de Frotas

O planejamento e o controle dos veículos de uma empresa é uma tarefa complexa, com muitos desafios a serem enfrentados. Isso faz com que, cada vez mais, as empresas busquem soluções que auxiliem e facilitem a rotina de trabalho. Uma boa alternativa para isso é contar com um software de gestão de frota.

Controle de gastos

A utilização de um software de gestão de frota permite um controle e acompanhamento maior de todos os gastos relacionados aos veículos, incluindo as despesas referentes à manutenções e trocas de peças. Com um controle mais apurado é possível identificar exatamente a composição desses gastos, avaliar as discrepâncias, apontar melhorias, entre outras coisas.

Redução de custos

Com maior controle sobre os gastos, é possível identificar oportunidades de redução de custos, por meio do corte de gastos excessivos e de melhorias em determinado processo, por exemplo. Além disso, o software de gestão de frotas auxilia no planejamento de manutenções e controle do estoque, dimensionando melhor os serviços e as peças.

Aumento da produtividade

O aumento da produtividade se dá a partir da economia de tempo e mão de obra. Um bom exemplo ligado a essa vantagem é a redução no tempo gasto para executar determinadas atividades depois que o sistema é implementado. Isso porque processos manuais são mais demorados, comprometendo o rendimento da equipe.

Além disso, também é possível verificar um aumento da produtividade dos veículos da frota, visto que sua disponibilidade é aumentada com a utilização do sistema — vamos falar sobre isso mais abaixo.

Automatização de processos

Como já mencionamos, assim que o sistema é implementado muitos processos deixam de ser manuais e passam a ser realizados inteiramente — ou em grande parte — pelo software. Além de a tecnologia proporcionar a modernização da empresa e suas atividades, os processos automatizados garantem mais segurança, confiabilidade e redução de erros, o que além de aumentar a produtividade e reduzir custos, ainda garante maior qualidade.

Maior disponibilidade da frota

Com melhorias no planejamento de manutenções e melhor dimensionamento da frota, a disponibilidade de veículos aumenta. Isso acontece porque as manutenções passam a ser melhor planejadas, de forma que os serviços sejam agendados antecipadamente e de forma a evitar que vários veículos sejam enviados à oficina ao mesmo tempo,reduzindo o tempo de ociosidade.

Com isso, o índice de atendimento dos pedidos expedidos também se eleva, evitando comprometer os prazos e garantindo maior satisfação dos clientes.

SSSFRO - Controle de Frotas

Como você pode perceber, os benefícios de usar um sistema de gestão de frotas são inúmeros e podem ser percebidos não só internamente como também pelos clientes da empresa, pois a qualidade do serviço prestado aumenta.

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

REDUÇÃO DE CUSTOS - VISÃO GERAL

As empresas implantam programas de redução de custos de duas formas: espontânea e compulsória.

A redução de custos espontânea é buscada antes de qualquer sinal de crise atingir a empresa. Ela visa manter ou conseguir uma vantagem competitiva. Seus efeitos são tipicamente expansionistas e, em geral, não sofre restrições por parte dos colaboradores.

Já a redução de custos compulsória tem características opostas à redução espontânea. Geralmente é implantada diante de crise financeira e seu objetivo é a sobrevivência da empresa. Está baseada no corte de custos e uma vez que áreas vitais para a geração de receita podem ser atingidas, a eficácia dessa forma de redução de custos é incerta.

Segundo Michael Porter, uma empresa pode conseguir vantagem competitiva sustentável por meio de custos ou de diferenciação. Ele ressalta que mesmo quando a opção da empresa é pela diferenciação, os custos não podem ser esquecidos.

Interessante notar que no Brasil há vários casos emblemáticos de empresas diferenciadoras, antes líderes em seus mercados , e que nos últimos anos têm experimentado resultados desapontadores. Sintomaticamente, essas empresas vêm perdendo mercado para concorrentes focados no custo.

A metáfora criada por Edmar Bacha, segundo a qual o Brasil teria os contornos de uma imaginária Belíndia (uma parte pequena e rica seria semelhante à Bélgica e a outra, grande e pobre, parecida com a Índia), ajuda a entender a importância de uma empresa ser competitiva em termos de custo em nosso país.

No Brasil, os anos de inflação alta e o fechamento da economia por muito tempo, foram os principais causadores da pouca atenção que as empresas dispensavam aos custos. Com frequência, encontrávamos empresas numa situação surrealista: não tinham custos competitivos nem eram diferenciadoras.

Mesmo em nível internacional, o custo tem sido um fator fundamental para as empresas. É sabido que a pujança da Wall Mart está fortemente enraizada em reduzidos custos de pessoal e de aquisição junto a fornecedores. AMD e AIRBUS são outros exemplos de como o custo pode mudar a face de um setor empresarial.

Supondo que a empresa tenha se conscientizado da importância de ter competitividade em custos, como atingir essa meta? Este é um dos grandes desafios estratégicos para qualquer organização. É uma missão maior para seus administradores.

Várias podem ser as opções para obtenção de competitividade em custos. Determinadas opções, entretanto, estão presentes em todo processo de redução de custos. As principais são:

1. Otimização da qualidade em todos os processos da empresa.

Qualidade ótima é aquela que atende às expectativas dos clientes ao menor custo. É um conceito bastante diferente de qualidade a custo mínimo ou qualidade máxima ao custo que for necessário. Abrange pessoas, processos, produtos e serviços. Em determinados setores empresariais, as empresas nunca serão encantadoras de clientes. Elas acreditam que  tentar assegurar a satisfação total dos clientes seria economicamente inviável. Geralmente são empresas grandes, com uma grande carteira de clientes e com atuação predominante no setor de serviços. Costumam encabeçar a lista de queixas nos órgãos de defesa do consumidor. Entretanto, existe um nível mínimo de qualidade a ser oferecido sob pena de incorrerem em perdas marginais. O custo de recuperar um cliente insatisfeito é comprovadamente maior do que o custo de conquistá-lo.

2. Atenção ao custo global

Dada a inter-relação entre os vários tipos de custo de uma empresa, a meta a ser buscada, depois de atendidas determinadas restrições, deveria ser a minimização do custo total. Em algumas situações este procedimento é bem compreendido. Por exemplo, na escolha da localização de uma planta industrial são pesados, além das restrições qualitativas, os custos tributários, de logística, de pessoal etc. Naturalmente, a localização ótima será aquela que conduz ao menor custo total para a empresa. Em outros casos, entretanto, o custo total pode estar sendo ignorado. Por exemplo, devido a dificuldades financeiras, uma empresa pode optar pela compra de um equipamento mais barato sem considerar sua vida útil e os custos operacionais envolvidos. O custo final poderá ser bem mais elevado do que outra opção de investimento inicial maior.

3. Compreensão da relação entre custo, preço e receita.

O custo influi na decisão de vender a determinado preço e este afeta o volume vendido por meio da elasticidade-preço da procura. Consequentemente, a receita da empresa também é afetada.  Quando a empresa reduz o custo de um produto ou serviço, também pode reduzir o preço de venda, aumentar a quantidade vendida  e obter um  acréscimo na receita líquida. O ponto ótimo de redução de custo é aquele onde a receita líquida  para de crescer.  Investimentos adicionais em redução de custos não trariam receita líquida adicional.

4. Aprimoramento da qualidade de dados e de informações de custo.

Esta opção exige coragem para rejeitar metodologias tradicionais -  ineficazes para apuração e análise de custos - e capacidade para avaliar criticamente metodologias novas e aplaudidas. Em um número expressivo de empresas, os dados de custo são apresentados em relatórios burocráticos de utilidade questionável. Saber quanto custa realmente um produto ou serviço  não é tarefa trivial.

5. Exploração de toda a potencialidade da Análise de Valor

A análise de valor, apesar de já ter mais de sessenta anos, ainda é a grande opção para redução de custos. Mesmo quando aparentemente não está sendo utilizada num determinado processo de redução de custos, a observação mais cuidadosa mostrará que a essência da análise de valor estará por trás da metodologia usada. A análise de valor fornece uma combinação insuperável de técnica e arte para lidar com problemas de custo elevado.

6. Crença de que todo custo é redutível

Uma das principais restrições ao processo de redução de custos é um argumento bastante conhecido: o custo está no limite, não há mais o que reduzir. Toda empresa que tenha enfrentado e vencido uma crise financeira sabe não há custo irredutível. O que muitas vezes acontece é que o objetivo  de reduzir custos não é uma decisão firme. É apenas uma vaga intenção, um balão de ensaio. As fortes reações dos setores envolvidos (produção, vendas, administração etc.) se encarregarão de boicotar  o frágil projeto de redução de custos.


Das seis opções citadas para redução de custos, as três primeiras são essencialmente processos de otimização. Significam identificar a melhor forma de conduzir tarefas ou processos. A quarta opção destaca a importância de saber corretamente quanto custa e porque custa. A quinta indica o caminho mais eficaz para fazer custar. A última opção ressalta a importância da determinação para o sucesso de um processo de  redução de custos. Existe uma inter-relação em todas essas opções, o que torna o processo de redução de custos ainda mais desafiante, mas certamente compensador.

De qualquer forma, reduzir custo deve ser um processo contínuo e natural para o sucesso de qualquer organização. Deixando ainda mais claro a máxima "Reduzir custo também é uma forma de ganhar mais".

Exemplo de Redução de Custo Espontânea - SSSFRO.

Exemplo de Redução de Custo Espontânea - SSSCPN

Exemplo de Redução de Custo Espontânea - SSSEST 



quarta-feira, 31 de agosto de 2016

SSSEPI - O que é o Equipamento de Proteção Individual – EPI?


Quando se trata da questão proteção, quem não almeja para si manter sua integridade intacta e seu bem estar até o final da tarefa? Mas o que pode proporcionar tal proteção com tanta eficácia?


O Equipamento de Proteção Individual – EPI conforme a Norma Regulamentadora nº 06 (NR-06) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) define como sendo, “todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho”, são os responsáveis pela proteção e integridade do indivíduo com o intuito também de minimizar os riscos ambientais do ambiente de trabalho e promover a saúde, bem estar e evitar os acidentes e doenças ocupacionais.

O Equipamento de Proteção Individual deve ser entregue para o empregado sem nenhum ônus conforme sua atividade, devendo ser o correto, em perfeitas condições de uso e principalmente com o Certificação de Aprovação (CA) que no Brasil é de cunho obrigatório por parte de todos os EPI’s.

O funcionário deve receber orientações e treinamento a respeito de cada Equipamento de Proteção Individual recebido, para que seu uso seja eficiente e alcance o resultado esperado.

Conforme a NR-06 e a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) é obrigação do trabalhador usar o Equipamento de Proteção Individual cuja atividade assim o solicitar, também é de responsabilidade do mesmo, manter as condições de higiene e conservação, trocando sempre que necessário.

Outro fator a se considerar, é o descarte correto de cada Equipamento de Proteção Individual por parte da empresa, pois também se aplica as leis ambientais, onde o descarte correto faz parte da análise do ciclo de vida do produto, promoção da saúde do trabalhador e também da preservação do meio ambiente, como por exemplo, uma máscara com filtro que foi utilizada para absorção de algum material particulado químico que tem sua característica tóxica.

A saber, os principais EPI’s, são:

  • Capacete;
  • Óculos;
  • Protetor facial;
  • Protetor auricular;
  • Respirador;
  • Proteção do tronco;
  • Luvas;
  • Mangas;
  • Calçados;
  • Macacão;
  • Cinturão.
Todos estes equipamentos devem ser controlados e fiscalizados quanto a seu uso dentro da empresa.
Pequenas e Médias empresas possuem a mesma obrigação, devem controlar e fornecer condições de trabalho para seus colaboradores.

Ferramentas como o SSSEPI é uma solução indispensável para permitir este controles.